Por que praticar exercícios físicos? Confira 5 benefícios!

Você deseja ser saudável ao longo da sua vida? Para tanto, mantenha uma dieta balanceada incorporada à sua rotina. Comece também a praticar exercícios físicos, pois eles promovem muitos benefícios em qualquer idade. E para você que já se movimenta, parabéns e continue assim!

Quer entender como o exercício físico promove melhorias em seu corpo? Então, continue a leitura do post e aprenda mais sobre o assunto!

1. Fazer ginástica fortalece ossos e músculos

Você notará os efeitos se os exercícios forem praticados de forma regular, ou seja, no mínimo 40 minutos, 3 vezes por semana. O tônus muscular aumenta à medida que os músculos se contraem durante o esforço. Quando eles estão mais fortes conseguem sustentar os ossos.

Além disso, exercitar-se auxilia a lubrificação das cartilagens e favorece o bom desempenho das articulações. A pressão muscular que acontece durante o treino promove o depósito de minerais nos ossos, mantendo-os mais jovens por um período maior.

As atividades podem ser feitas por pessoas de qualquer idade, em grupos ou de forma individual, e até em casos de dor. O ideal é buscar informações e verificar qual é a mais adequada para você no momento.

2. Praticar exercícios alivia o stress

A correria do dia a dia estimula o aparecimento e agravamento do stress. Por causa disso, o corpo fica mais inflamado e predisposto ao aparecimento de doenças físicas e emocionais. Ao colocar o corpo em movimento, serão liberadas no organismo substâncias que aumentam o prazer e o bem-estar.

A endorfina é produzida pelo cérebro durante a prática de exercícios físicos. Funciona como um analgésico natural contra o stress e também contra as tensões e ansiedades. Para conseguir tal substância, é necessário fazer atividades que o deixam satisfeito e proporcionem prazer.

3. Exercitar-se previne doenças

Como você leu no tópico anterior, o sedentarismo contribui para uma inflamação corporal. Aliás, quando o corpo não se movimenta, o sangue circula mais devagar e favorece o acúmulo de placas de gordura no interior das veias e do coração.

Ao praticar exercícios físicos é possível manter-se saudável e prevenir doenças coronarianas porque:

  • diminui a pressão arterial;
  • diminui o nível do colesterol ruim (LDL);
  • aumenta o nível do colesterol bom (HDL);
  • melhora a circulação;
  • fortalece o músculo cardíaco.

Outras patologias como o diabetes, a obesidade, a osteoporose e a dor lombar também ficarão fora da sua vida enquanto se exercitar.   

4. Fazer atividade física auxilia a perda de peso

O excesso de peso no corpo coopera para a presença das doenças do coração, dores nas costas e diminui a autoestima. Para evitar tudo isso, o melhor é sair da zona de conforto e fazer algum esporte.

O treino sozinho não fará milagres pela sua silhueta, apesar de ajudar um pouco. Mas, em parceria com uma alimentação saudável e equilibrada, com certeza o ponteiro da balança diminui. Pratique atividades aeróbicas como corrida e bicicleta para que a gordura seja eliminada mais rapidamente.

5. Movimentar-se melhora a qualidade do sono

A obesidade, a ansiedade e doenças coronarianas são as principais causas do sono agitado ou, pior, a falta de sono. Porém, quando o corpo se movimenta promove uma redução dessas doenças. E ao se concentrar na atividade física, você esquece dos problemas: no fim do treino, fica uma sensação boa de cansaço. Com corpo e mente relaxados, o sono será mais profundo e reparador.

Por todos esses benefícios, você deve praticar exercícios com regularidade. Procure por um profissional habilitado que possa indicar quando e como a atividade será realizada. Dessa forma, serão evitadas as lesões e as dores. Não espere mais tempo, comece já o seu treino! 

Viu como atividades físicas aumentam a qualidade de vida? Então, aproveite esse momento e deixe seu comentário no post para que possamos continuar conversando sobre o assunto!

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Entenda agora quais são os principais riscos da automedicação!

Os fármacos figuram como um recurso muito utilizado para o tratamento de patologias. Eles atuam combatendo agentes infecciosos ou amenizando os sinais e sintomas decorrentes da doença desencadeada.

Para que haja eficácia no tratamento, sua posologia deve ser bem estruturada por um profissional especializado. Por outro lado, quando há o uso indiscriminado e incorreto de determinado medicamento, as consequências podem ser drásticas.

Diante disso, vamos comentar sobre a automedicação. Em que consiste essa prática? Por que oferece riscos e quais são eles? Continue a leitura e saiba as respostas para essas perguntas!

O que é a automedicação?

Antes de tudo, é preciso saber o que é a automedicação. Essa prática existe quando uma pessoa sem conhecimentos técnicos acerca de farmacologia inicia um tratamento por conta própria. Os motivos para isso são os mais diversos, porém as consequências são severas, podendo agravar o quadro e até mesmo levar o indivíduo ao óbito.

Ao identificar manifestações clínicas incomuns e sugestivas de determinada doença, a pessoa procura por remédios capazes de solucionar o problema. Nesse momento, tudo é capaz de influenciar de maneira crucial o início da automedicação, como:

  • propagandas de TV;
  • experiências passadas;
  • relatos de conhecidos.

Contudo, não seria clichê dizer que cada caso é um caso e, para uma prescrição medicamentosa adequada, devem ser analisados diversos fatores, não apenas os sintomas isoladamente.

Quais os principais riscos desta prática?

Iniciar uma terapia farmacológica para tratamento de doenças exige conhecimento nas áreas de farmacocinética e farmacodinâmica, definindo doses e periodicidade, além de conhecer as interações das substâncias com organismo.

Veja a seguir os principais riscos do tratamento indiscriminado.

Alergias

Quando os componentes do fármaco entram em contato com o organismo do indivíduo, é possível que ocorram as chamadas reações de hipersensibilidade, conhecidas popularmente como alergias. Elas podem ser leves ou atingir um elevado grau de risco, ou, ainda, desenvolverem novos sintomas para o indivíduo.

Interações medicamentosas

Ao administrar um medicamento, o intuito é que suas substâncias interajam com organismo e desenvolvam uma melhora no quadro clínico. Porém, quando a interação acontece entre medicamentos, pode haver a anulação ou potencialização dos efeitos de ambos.

Isso é um problema grave. Considere o seguinte exemplo: imagine um fármaco de atividade anticoagulante com seu efeito potencializado. Certamente o indivíduo estaria mais predisposto para hemorragias.

Agravamento de doenças

Como dito anteriormente, as interações observadas entre os fármacos são capazes de comprometer o sucesso do tratamento. Todavia, é preciso dizer que há o risco de redução da eficácia por motivos isolados de um único medicamento. A escolha incorreta do remédio e a sua posologia, ou seja, a dosagem administrada, é capaz de agravar por si só o quadro ou não produzir efeito benéfico algum.

Intoxicações

Falar de intoxicação rapidamente nos remete para as alimentares ou por ingestão de produtos não consumíveis. Porém, é preciso alertar que os medicamentos figuram como a principal causa de intoxicações, segundo o Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas).

As consequências disso são associadas, principalmente, à ingestão de uma dose acima da recomendada pela faixa terapêutica, excedendo, portanto, o limite considerado seguro para aquele fármaco.

Aumento de resistência

Por fim, o aumento da resistência bacteriana aos antibióticos é motivo de preocupação para a assistência em saúde. O uso indiscriminado desses medicamentos e por tempo inadequado aumenta o contato das bactérias com seus combatentes e as tornam mais resistentes a eles, visto que as sobreviventes tendem a perpetuar a espécie.

Qual deve ser a conduta correta por parte do paciente?

O principal meio para evitar a automedicação e os riscos oferecidos por ela é procurar orientação médica e farmacêutica antes de iniciar o uso por conta própria. Além disso, é de suma importância relatar quais terapias já foram utilizadas para tratar determinada condição de saúde.

Viu só como é um grande equívoco realizar a automedicação? A princípio, é possível que iniciar imediatamente o tratamento sem ajuda profissional pareça o caminho mais rápido para a cura, mas não se esqueça de que os riscos podem resultar em situações totalmente contrárias, como agravos ou letalidade. Busque sempre por ajuda médica e siga estritamente as orientações recebidas.

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Dor muscular: conheça as causas e saiba como evitar o problema!

Já sentiu dor muscular alguma vez na vida? Ela tem variações que vão de leve à intensa e atrapalham a rotina de qualquer pessoa. Para manter a qualidade de vida e o bem-estar, é importante conhecer o que pode provocar as dores e como será o tratamento.

Se quer entender mais sobre esse assunto, continue a leitura do post e saiba como se prevenir. Boa leitura!

Quais são as causas mais comuns de dor muscular?

As dores nos músculos são causadas por inflamações nas fibras musculares. Elas podem se romper ou sofrer fissuras que provocam a dor por um período de horas, até dias. Isso acontece pelos seguintes motivos:

Tensão por sobrecarga

Aguentar uma carga maior que o corpo suporta gera tensão muscular na região onde a força é gerada. Por exemplo, segurar uma caixa pesada durante algum tempo provoca tensão nos braços e nas costas. Depois de um curto período, a dor aparece, pois existe uma inflamação no local.

A tensão acontece também quando há sobrecarga nas tarefas. Nesse caso, as regiões dos ombros e pescoço são as que sentem mais, e fica uma sensação de peso nesses locais.

Lesão pós-treino

Pequenos ferimentos musculares acontecem quando os exercícios físicos são realizados. Atingem um ponto de dor mais alto por volta de 24 horas após o término do treino. No entanto, elas se regeneram alguns dias depois. O problema surge quando se exercita ao extremo.

As lesões tornam-se mais profundas, e não há tempo para o músculo se recuperar, já que o praticante não interrompe suas atividades. Nesses casos, são afetados também os tendões, e as articulações podem ser prejudicadas.

Sintoma de patologias

Geralmente, a dor muscular é localizada. Quando ela se torna difusa (espalhada pelo corpo) pode ser sintoma de alguma doença como: gripe, dengue e fibromialgia. Se a dor persiste por mais de três dias, é melhor consultar o médico para um diagnóstico mais preciso.

Má postura

A dor surge logo após sair do trabalho e desaparece nos finais de semana, quando você está em casa? Isso significa que a sua postura está incorreta durante o expediente.

Existem músculos ao lado da coluna que a mantêm estável. Devido à falta de exercícios para a região, eles ficam frágeis e bastante vulneráveis às inflamações. Quando o corpo está com a postura incorreta, os músculos inflamam e provocam dor. Se a posição for constante, a dor também será.

O que fazer para evitá-las?

A prevenção é a melhor maneira de evitar a dor muscular. Então siga as dicas a seguir e evite o incômodo:

  • faça alongamento todos os dias;
  • não exagere nos treinos, dê uma pausa para a recuperação;
  • fique atento à sua postura;
  • beba bastante água, pois a hidratação reduz as dores nos músculos;
  • alimente-se com qualidade.

Quais são os tratamentos para a dor muscular?

O que fazer se a dor surgir? Primeiramente, consulte o médico, ele indicará medicamentos capazes de aliviar a dor aguda. Mas, lembre-se: isso é momentâneo e não resolverá o problema de maneira completa. Por outro lado, existem terapias alternativas ao remédio que, quando integradas à rotina, trazem muitos benefícios, sobretudo a longo prazo.

Faça acupuntura para reorganizar o equilíbrio energético corporal ou submeta-se à quiropraxia para tratar e prevenir desalinhamentos na coluna e cuidar de todo o corpo. Procure também praticar pilates a fim de ganhar consciência do corpo e melhorar a postura.

Como você pode perceber, a dor muscular é bastante comum, mas agora você conhece as causas e consegue evitá-las. Prepare seu corpo para as tarefas do cotidiano e aumente o seu bem-estar!

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Desvio de coluna: saiba quais são as causas e tratamentos

Você sabia que o desvio de coluna pode ser uma das causas de dores nas costas? Segundo pesquisas, essa dor afetaria até 65% da população brasileira anualmente e mais de 80% das pessoas em algum momento da vida.

Por isso continue lendo o post e conheça as causas do desvio de coluna e os tratamentos para aliviar a dor. Boa leitura!

Saiba o que é desvio de coluna

A coluna vertebral é formada por uma sucessão de ossos (vértebras) e discos intervertebrais alinhados. Ela está localizada na parte posterior do corpo e tem a função de sustentar o peso corporal e proteger a medula espinhal.

A espinha dorsal tem curvaturas naturais (fisiológicas) que mantêm sua estabilidade e o equilíbrio. Elas são conhecidas como: lordose, que ocorre na região do pescoço e lombar; e a cifose, que é percebida nas regiões do tórax e sacro. O desvio de coluna é justamente o aparecimento de curvaturas patológicas em locais ou com grau de angulação que não existiam antes, fugindo ao equilíbrio natural.

Os tipos de desvios são:

  • hipercifose (corcunda): aumento na cifose natural da coluna;
  • hiperlordose (síndrome do bumbum arrebitado): aumento da lordose fisiológica;
  • hipolordose: retificação da coluna nas regiões cervical e lombar;
  • escoliose: curvatura lateral da coluna para a direita ou esquerda.

Entenda as causas desse problema

Origem congênita

Ocorre quando o indivíduo nasce com má formação nas vértebras ou discos intervertebrais. Os distúrbios neuromusculares, como a paralisia cerebral, também são responsáveis pelas curvaturas laterais da coluna. As alterações acontecem durante o período gestacional. Nessas situações, as vértebras sofrem rotação ou fusão, o que gera principalmente escoliose.

Má postura

Devido à correria do dia a dia, frequentemente deixamos de prestar atenção à postura mantida durante a realização das tarefas do cotidiano. Esses hábitos inadequados, somados aos músculos enfraquecidos ou flácidos, deixam a coluna predisposta ao aumento da cifose e lordose. A hipercifose é mais comum em meninos muito altos ou meninas no período da puberdade, quando há o crescimento das mamas.

Excesso de peso

A obesidade muda o eixo de equilíbrio corporal, principalmente se existir gordura abdominal. Nesse caso, a pessoa inclina o corpo para trás e aumenta a lordose. As mulheres grávidas também se enquadram aqui.

Conheça os tratamentos para o desvio de coluna

Quando a dor for aguda, após a consulta com o médico, serão usados medicamentos. Eles aliviam bem os sintomas, mas não tratam o que causa o desvio da espinha dorsal. Portanto, busque por outras terapias que garantam o seu bem-estar e valem também como prevenção.

Pratique exercícios físicos regularmente

O sedentarismo deixa os músculos fracos e, consequentemente, a coluna fica mais vulnerável ao aparecimento de desvios. As atividades físicas melhoram o tônus muscular e trazem benefícios para o humor, sistema imunológico e flexibilidade corporal.

Considere a quiropraxia

O desvio de coluna se deve ao desalinhamento das vértebras, que afeta os impulsos nervosos. Ao incorporar a quiropraxia em sua rotina, você terá o benefício de manter o alinhamento vertebral. Dessa forma, apresentará mais disposição e menos dores.

Mantenha o peso sob controle

Junte uma dieta equilibrada aos exercícios físicos. Assim, com o peso sob controle, diminui-se o risco de ter desvio de coluna.

Pratique Reeducação Postural Global (RPG)

O fisioterapeuta focado em RPG indicará qual a melhor posição para se realizar as tarefas diárias. Assim, fica mais fácil evitar a má postura nas tarefas do quotidiano, um dos principais fatores que desencadeiam as curvaturas patológicas da coluna.

É possível perceber que o desvio de coluna traz prejuízo à sua rotina e equilíbrio. Portanto, evite o problema ou seu agravamento. Consulte profissionais capacitados e habilitados e busque diferentes alternativas de prevenção e tratamento, que envolvam todo o corpo e contribuam para o seu bem-estar.

Agora que já aprendeu mais sobre desvio de coluna, aproveite para entrar em contato conosco e conhecer nossos serviços. A Coluna Ajustada entende que a saúde é o bem mais importante de sua vida e acredita no cuidado contínuo da sua coluna. Aguardamos você!  

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Aprenda como começar a fazer caminhada da maneira correta

Caminhar é uma excelente forma de afastar o sedentarismo e melhorar a qualidade de vida, obtendo mais disposição para enfrentar o dia a dia. Entretanto, é importante saber como fazer caminhada para evitar lesões.

Esse exercício proporciona inúmeros benefícios para a saúde, como o emagrecimento, melhora da postura, prevenção da osteoporose, bom funcionamento do cérebro e redução da pressão arterial, entre outros.

Ficou interessado no assunto? Então leia este artigo que elaboramos para explicar como fazer a caminhada de forma correta, com dicas especiais para obter os melhores resultados. Continue a leitura e saiba mais!

Como fazer caminhada

Antes de iniciar as atividades físicas, é importante consultar um médico para afastar possíveis riscos à saúde. A avaliação de um ortopedista também é importante para verificar eventuais problemas na coluna e o seu tipo de pisada, a fim de ajudar a identificar o calçado ideal.

A seguir, veja algumas das principais dicas para obter bons resultados com a caminhada!

Escolha o calçado adequado

O tipo de pisada representa a forma com que os pés se posicionam durante as passadas em uma caminhada. Esse aspecto tem grande influência na saúde da coluna e bem-estar geral.

Nesse sentido, o calçado para caminhadas deve ser escolhido em função dessa característica para evitar lesões ou piora de alterações já existentes. Confira a seguir as formas de pisar e os tênis mais indicados:

  • neutra — utiliza toda a parte frontal do pé para o impulso. O calçado pode ter amortecimento leve;
  • pronada (pé chato) — se apoia primeiro na parte interna do pé (para dentro), com impulso apenas nas regiões dos dedões. Os tênis mais indicados são os que oferecem estabilidade e reforço para o arco do pé, com uma entressola reta e com dupla densidade;
  • supinada — a pressão é exercida para o lado externo do pé (para fora). O calçado deve ter um grande reforço na região do antepé (parte frontal), sem necessidade de uma placa de estabilidade na região do arco.

Planeje o tempo de caminhada

Para garantir a continuidade do exercício e adquirir o hábito de fazer caminhada, você deve iniciá-la aos poucos e ir aumentando de forma gradual. Em geral, 30 minutos de caminhada com uma frequência de 3 vezes por semana já é considerado o suficiente para obtenção dos benefícios. Esse tempo pode ser aumentado de acordo com a preferência e condição física.

Alongue-se antes e após a atividade

O alongamento feito antes de começar a caminhada melhora a circulação sanguínea e prepara os músculos e as articulações, evitando lesões. Os exercícios devem envolver todos os grandes grupos musculares, e é importante manter as posições por pelo menos 20 segundos em ambos os lados. Veja a seguir como fazer alguns dos principais alongamentos:

  • pescoço — mantenha os pés alinhados com os ombros e puxe suavemente a cabeça para um dos lados e segure a posição;
  • braços e ombros — com os joelhos ligeiramente dobrados e os pés separados em uma distância equivalente à largura dos ombros, dobre o cotovelo direito e coloque o braço esquerdo sobre o peito, apoiando-o atrás do cotovelo e mantendo a posição;
  • pernas — mantenha os pés separados a uma distância equivalente à largura dos quadris. Dobre a perna esquerda, levando o calcanhar em direção ao glúteo. Agarre o pé com uma das mãos e segure a posição.

Esses exercícios também devem ser feitos logo após a caminhada, pois ajudam a eliminar o excesso de ácido lático dos músculos. Assim, é possível reduzir a dor que normalmente surge após esforços físicos.

Imprima um bom ritmo aos passos

Divida o treino em 3 fases: aquecimento, série principal e desaceleração. A caminhada deve começar em ritmo lento, aumentando somente após 5 minutos. Nos 10 minutos finais do percurso, o ritmo deve ser desacelerado gradativamente.

Como pudemos verificar, saber como fazer caminhada é de fundamental importância para evitar lesões e aproveitar ao máximo os benefícios que ela oferece. Para tanto, basta seguir as nossas dicas e observações, tendo sempre em mente que os exercícios devem ser complementados com uma alimentação saudável e hidratação adequada.

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Veja 5 dicas práticas para aliviar e evitar o estresse no dia a dia

Devido à correria do cotidiano, você levanta sem disposição? Irrita-se sem motivo aparente? Tem dificuldade para dormir? Isso pode ser estresse, uma defesa natural do corpo tendo em vista a nossa sobrevivência. Diante do perigo, o organismo libera substâncias que provocam reações fisiológicas como: fugir ou encarar a ameaça.

Mas, se a intervenção é frequente, desencadeia úlcera, depressão e hipertensão. Aprenda a aliviar o estresse para ter uma vida mais saudável e com mais qualidade. Continue a leitura do post, conheça algumas dicas e melhore sua vida!

1. Busque por autoconhecimento

Somos todos indivíduos, portanto temos características próprias. Conhecê-las é um passo importante que tem o objetivo de descobrir o que lhe provoca o estresse; assim, será possível evitar as situações. No entanto, se acontecer, conhecer melhor a si mesmo possibilita amenizar os sintomas do esgotamento.

Busque auxílio da meditação e da yoga e compreenda a si mesmo. Ao realizar essas atividades, vai aprender a respirar de forma correta para acalmar a mente e reduzir os níveis de adrenalina no corpo.

2. Pratique atividade física

Exercitar-se com regularidade motiva a produção de endorfina pelo cérebro. Esse hormônio, conhecido como substância do bem-estar, alivia o estresse e a ansiedade.

Procure um esporte que lhe dê prazer. O pilates é uma excelente sugestão, pois fornece satisfação no mesmo dia em que se realiza a aula. Já as pessoas que não gostam de rotina podem optar por dança ou crossfit: nessas aulas, o treino é sempre diferente.

3. Submeta-se às terapias holísticas

Quando o ser humano está estressado, fica com a sensação de cansaço. Às vezes, parece até que a energia foi drenada, as dores se espalham pelo corpo e surgem doenças. Com intuito de modificar essa situação, as alternativas recomendadas são: a acupuntura, quiropraxia e medicina Ayurveda.

Os profissionais dessas áreas estão capacitados para regular o fluxo energético do organismo, alinhar a coluna desobstruindo a passagem dos pulsos elétricos nos nervos e tratar totalmente o indivíduo, e não somente partes de seu corpo.

4. Compartilhe suas emoções para aliviar o estresse

Guardar tristezas, angústias e preocupações geram tensão constante e, consequentemente, o estresse. O resultado será o aparecimento de gastrite, insônia, problemas intestinais e pulmonares. Portanto, divida seus sentimentos com alguém próximo, um amigo ou irmão, por exemplo. Dessa forma, “o peso sobre os ombros” diminui.

5. Pense positivamente

A presença do estresse é constante em situações em que há grande pressão ou cobrança. Em contrapartida, pense positivo e modifique o ponto de vista do problema. Toda vez que se sentir sufocado pelas tensões, procure na memória um fato recente que foi agradável. Manter o foco em pensamentos otimistas contagia as pessoas ao redor, alegra o ambiente e deixa o corpo mais relaxado.

Ao modificar seus hábitos, você vai aliviar o estresse e aumentar a qualidade de vida. Mudar não é tão fácil, mas é possível. Olhe mais para seu interior, entenda-se melhor e incorpore um hábito novo por vez no dia a dia. Pense nisso e eleve seu bem-estar.

Gostou do texto? Como consegue amenizar o desgaste cotidiano? Deixe sua dica aqui nos comentários para que a gente possa continuar essa conversa. Aguardamos sua opinião!

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Afinal, o que são terapias holísticas e como funcionam?

Saúde integral, qualidade de vida e equilíbrio emocional. Quando falamos de terapias holísticas talvez você até pense em misticismo, mas a ciência e a medicina já têm reconhecido essas práticas como solução para uma vida em harmonia. Por meio de metodologias naturais e menos invasivas, hoje essas terapias são a opção para ter uma visão integral da saúde.

Você tem uma rotina corrida, sente estresse com as tarefas do dia a dia ou deseja normalizar recompondo as energias e o bom humor? Veja neste artigo o que são as terapias holísticas e como elas são indicadas nos cuidados com a saúde. Boa leitura!

Conheça o conceito por trás das terapias holísticas

Já aconteceu de você ter vontade de desenvolver o trabalho, mas uma situação como uma dor na coluna afetar completamente sua produtividade? As terapias holísticas partem do princípio que o ser humano precisa encontrar equilíbrio em diversas dimensões:

  • física;
  • mental;
  • emocional;
  • espiritual.

Com origem da palavra grega hólos, holístico significa inteiro, completo. Ou seja, o terapeuta holístico atua de forma sistêmica para promover a saúde integral dos seus pacientes.

Entenda como a terapia holística funciona

Existem diversas práticas que se enquadram como terapia holística — também conhecida como terapia complementar, alternativa ou natural. O objetivo é trabalhar a causa e não apenas cortar os sintomas do problema.

Tipos de terapia

Existem muitas modalidades de tratamentos holísticos como:

  • quiropraxia: manobras feitas com as mãos com o objetivo de ajustar a coluna, bem como auxiliar em algum tratamento específico;
  • acupuntura: aplicação de agulhas em pontos específicos (de acordo com um mapa da malha energética no corpo humano) com a finalidade terapêutica desejada;
  • medicina ayurveda: ciência médica milenar indiana, apresenta diversos tratamentos de acordo com o biotipo (Dosha), como uso de plantas medicinais, yoga, dieta, meditação, massagem e aromaterapia;
  • terapia floral: essências florais usadas para ajudar as pessoas a lidar com as emoções e mesmo tratar situações físicas;
  • massagem: desde a antiguidade que diversos povos perceberam o poder do toque. A massagem terapêutica holística é uma combinação de vários métodos para trabalhar questões físicas, como também dos outros campos;
  • homeopatia: de princípio semelhante ao da vacina, trata-se o paciente com a diluição de uma substância (normalmente extraída de plantas) que, em grandes doses, produziria os mesmos efeitos que a doença que se pretende curar;
  • reiki: massagem energética realizada sem o toque, por meio da imposição das mãos.

Descubra as principais vantagens das terapias holísticas

Se você está gostando dessas possibilidades que a terapia natural oferece, confira outros benefícios.

Cura de dores físicas

A medicina convencional está em constante evolução e até mesmo em sintonia com as práticas complementares. Por meio da terapia holística, você consegue soluções para problemas físicos de forma natural, e ainda promove a saúde em vez de apenas cortar o sintoma.

Recuperação da autoestima

Um conceito fundamental nos trabalhos terapêuticos é a reflexologia. Assim, práticas que lidam mais com as emoções, como a arteterapia, contribuem para a cura física, enquanto tratamentos físicos, como a quiropraxia, promovem o equilíbrio emocional e, consequentemente, a melhoria da autoestima. Dessa forma, quem escolhe essa abordagem consegue perceber a melhoria emocional como um todo.

Promoção da saúde integral

Com uma aceitação cada vez maior pela medicina, diversas práticas complementares têm sido integradas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Isso porque elas também são excelentes para atuar de forma preventiva, proporcionando saúde para seus pacientes e dificultando o surgimento de doenças.

Mudança de mentalidade

Um conjunto de hábitos e crenças para o pleno funcionamento dessas terapias também traz uma nova perspectiva. Assim, as terapias incentivam tanto um pensar mais claro, objetivo, focado no agora, quanto a vibração positiva, com a certeza de que tudo dará certo, atraindo situações benéficas.

Você deve ter notado como as terapias holísticas são uma excelente opção para manter corpo e mente ativos. Por não competir com os tratamentos médicos convencionais, essas práticas estão sendo cada vez mais reconhecidas e utilizadas a fim de prevenir doenças, promover mais consciência corporal e melhor qualidade de vida.

Se você deseja continuar aumentando seu conhecimento sobre técnicas para o bem-estar e ainda conferir dicas para implementá-las, curta a nossa página no Facebook. Assim você confere os melhores conteúdos e notícias sobre saúde e qualidade de vida.

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Quais cuidados eu devo ter com a coluna ao praticar exercícios físicos?

Sendo a parte do corpo humano que mais causa dores ao longo dos anos, a coluna vertebral necessita de cuidados especiais para prevenir as temidas lombalgias.

Isso porque 80% da população já sentiu ou ainda vai sentir em algum momento da vida a irritante dor nas costas. Para quem pratica atividades físicas, os cuidados com a coluna devem ser ainda maiores.

Afinal, é por meio de uma má postura durante um levantamento de peso ou ao longo de uma corrida que uma grave lesão pode se apresentar, necessitando de inúmeras abordagens, como massagens terapêuticas ou medicamentos.

Para você não errar na hora de praticar o seu esporte favorito, vamos apresentar neste post algumas dicas importantes que devem sempre entrar em seu checklist. Vamos a elas!

Por que é preciso cuidados com a coluna nas atividades físicas?

Como as vértebras são estruturas ósseas que ancoram os ligamentos, qualquer movimento brusco é capaz de causar uma lesão, caso o corpo não esteja devidamente aquecido para a prática de determinada atividade física.

Assim, os riscos são grandes em diferentes modalidades, de xadrez a corrida de rua. Seja por uma má postura, em razão de uma virada rápida do corpo ou até mesmo devido a um sobrepeso, a coluna pode sofrer uma lesão, necessitando de um tratamento específico.

Portanto, os cuidados são fundamentais a fim de evitar as temidas dores nas costas e até mesmo um afastamento da sua atividade física predileta.

Quais são os cuidados com a coluna nas atividades físicas?

O primeiro cuidado é você escolher uma atividade física que esteja sintonizada com o seu estilo de vida. Isso porque existem modalidades que necessitam de um esforço muito maior, como no caso dos esportes radicais.

Por isso, a dica é você procurar um especialista que vai apresentar algumas opções baseadas no seu perfil corpóreo, idade e também possíveis limitações.

Sabendo-se que grande parte da população é adepta de caminhadas, corridas de rua e musculação, vamos nos atentar a esses três exemplos.

Faça alongamentos e aquecimento

O alongamento é essencial para deixar a coluna preparada à atividade física. Com ele, as articulações se soltam, ficando mais propícias aos movimentos. Além disso, tiram a tensão da musculatura. Assim, a orientação é alongar o corpo antes e depois da atividade física. O mesmo vale para o aquecimento.

Se você gosta de correr, faça uma caminhada antes. Ou pedale ou ande na esteira, aquecendo o corpo antes de iniciar a sua sessão na musculação.

No caso dos alongamentos, podemos citar o giro inverso do tronco, deitado com as pernas para o ar; a flexão lateral com os braços, segurar os joelhos no peito deitado voltado à coluna lombar; os movimentos circulares com o pescoço, entre outros.

O interessante é buscar auxílio de um profissional. Assim você vai ter uma série de alongamentos e também de aquecimento exclusiva com o objetivo de preparar a coluna para a prática de atividades físicas.

Escolha um tênis adequado

O calçado também é um item importantíssimo que deve entrar no seu checklist de cuidados com a coluna. Esqueça as réplicas. No quesito saúde, sempre é preciso privar pela qualidade.

Por isso, adquira um tênis próprio para atividades físicas, proporcionando movimentos adequados, o que ameniza os riscos de possíveis lesões. Veja qual é a sua pisada e converse com o vendedor para adquirir um produto alinhado com os seus objetivos.

Opte pelos mais confortáveis e voltados à caminhadas ou corridas, com amortecedores para amenizarem os impactos. Inclusive, existem tênis para cada modalidade, ou seja, é preciso fazer a escolha certa.

Afinal, um tênis ruim pode causar problemas não só na coluna, como nos pés, chegando a influenciar em torções.

Utilize a carga indicada

Muita gente lesiona a coluna ao levantar uma carga maior do que a indicada na série de musculação. Portanto, siga o procedimento e faça os movimentos corretamente, sempre atento à postura.

Ao colocar em prática os cuidados com a coluna, a sua qualidade de vida estará sempre evoluindo, sem dores e muito menos surpresas indigestas justamente nos melhores momentos do dia.

E você, gostou do nosso post? Então compartilhe agora mesmo em suas redes sociais e ajude amigos e familiares a sempre prevenir problemas na coluna!

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Ergonomia no trabalho: qual a importância?

A maior parte das doenças ocupacionais se desenvolve devido à falta de preocupação com a ergonomia no trabalho. Funcionários que passam muitas horas na posição sentada podem desenvolver doenças físicas e psicológicas.

Os principais distúrbios na saúde se relacionam à má postura adotada ao trabalhar. Os movimentos errados são capazes de provocar dores nas costas, redução dos níveis de energia, hérnia de disco e lesões por esforços repetitivos (LER).

Dessa forma, é fundamental dar atenção à ergonomia a fim de evitar distúrbios na saúde. Para ajudar nesse sentido, elaboramos algumas dicas que ajudam na prevenção e na melhoria da qualidade de vida no trabalho. Acompanhe para saber mais!

Preocupe-se com a ergonomia no trabalho

A ergonomia é uma ciência que estuda a relação entre o homem e o ambiente de trabalho, com o objetivo de proporcionar bem-estar e conforto, bem como reduzir os riscos de doenças laborais.

Dessa forma, a preocupação com as posturas corretas que devem ser adotadas no ambiente de trabalho é uma atitude que previne distúrbios na coluna e melhora a qualidade de vida.

Apoie corretamente os pés

Um dos produtos ergonômicos muito importantes para trabalhar na posição sentada é o apoio para os pés, já que eles devem permanecer 100% apoiados para evitar sobrecarga nos joelhos, formigamentos e prejuízos à circulação de retorno.

O apoio cria um ponto de equilíbrio entre os pés e o encosto da cadeira, beneficiando a região lombar. Ele também evita o desenvolvimento de lesões e reduz a probabilidade do surgimento de varizes, inchaços e dores nas pernas, pés e tornozelos.

Sente-se em uma cadeira confortável

A cadeira é o item mais importante no ambiente de trabalho, principalmente para os funcionários que passam muitas horas na posição sentada. Ela deve ser confortável e permitir uma postura ereta, sem provocar pressões e tensões nos músculos, discos intervertebrais e articulações.

O ideal é que tenha um encosto, ajuste de altura e inclinação. Muitas vezes, o encosto de uma cadeira pode não ser suficiente para evitar as dores nas costas. Nesse caso, a utilização de um apoio lombar anatômico ajuda a manter essa região bem posicionada.

A regulação da altura da cadeira também é uma questão que deve ser observada, já que a postura ideal depende de ajustes para atender às proporções físicas do usuário.

Utilize acessórios ergonômicos para digitar

Para prevenir lesões, é necessário posicionar as mãos e os punhos corretamente. Entretanto, uma boa postura para digitar também depende do tipo de teclado e mouse utilizados.

Os acessórios ergonômicos oferecem uma proteção para o punho, mas é importante que sejam proporcionais às mãos do usuário para não sobrecarregar os dedos. O mouse também precisa ser rápido, com o objetivo de reduzir a repetição de cliques.

Para evitar dores na coluna, pescoço e braços, é necessário observar os seguintes aspectos:

  • teclado e mouse próximos ao corpo e bem na frente do usuário;
  • cotovelos em ângulo de 90°;
  • punhos retos.

Faça pequenas pausas durante o expediente

Os movimentos frequentes durante a rotina de trabalho contribuem para reduzir a fadiga e melhorar o funcionamento do corpo. Quando nos movimentamos, favorecemos a circulação sanguínea — de extrema importância para uma boa disposição física e mental.

Dessa forma, procure fazer pequenas pausas. Ande um pouco para relaxar as pernas e os pés. Isso também contribui para clarear a mente e melhorar a produtividade.

Adote uma rotina para exercícios físicos

Os exercícios são imprescindíveis para fortalecer a musculatura e preparar o corpo às atividades diárias. Portanto, faça caminhadas e corridas, já que elas fortalecem as regiões mais exigidas para trabalhar na posição sentada.

Além disso, é importante adotar hábitos de corrigir a postura todas as vezes que sentir tensões musculares e fazer pequenos e rápidos alongamentos durante as pausas no trabalho.

Enfim, como pudemos verificar, a preocupação com a ergonomia no trabalho é de suma importância para a prevenção de doenças laborais. A adoção das dicas que fornecemos neste artigo pode contribuir de forma eficaz para a melhoria da qualidade de vida no trabalho.

Gostou das dicas sobre ergonomia no trabalho? Então não deixe de ler também o nosso post sobre o uso correto do mouse e saiba como prevenir a LER!

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Entenda a subluxação na coluna e como evitá-la

As dores nas costas ocorrem em grande parte da população mundial. Geralmente ela aparece devido aos maus hábitos incorporados à rotina. Essas dores podem ser sintomas de inflamação, hérnia de disco e subluxação da coluna.

Por outro lado, a prática de atividades físicas aliada às terapias holísticas previnem o aparecimento de doenças que afetam a coluna. Quer entender mais sobre o assunto? Então, continue a leitura e aprenda como prevenir a subluxação na coluna!

Entenda mais sobre subluxação da coluna

Nosso corpo é perfeito, e o organismo, originalmente, está em completo equilíbrio. Quando uma força age nessa estabilidade, aparecem as doenças. Observe que existe uma relação entre os órgãos corporais, portanto, uma alteração na coluna vertebral afeta outras estruturas internas.

A coluna vertebral fica na região posterior do corpo e é composta por vértebras, discos intervertebrais e articulações. Por causa da má postura, sedentarismo e deslocamentos de pesos, podem ocorrer desvios na coluna conhecidos como subluxação.

Isso leva a uma compressão dos nervos que acompanham toda a espinha dorsal. Há estudos que indicam que 95% das doenças são causadas por subluxações na coluna. Ou seja, os órgãos referentes ao nervo comprimido adoecem. Assim, surgem as doenças do estômago ou pulmão, por exemplo.

Conheça as causas dessa patologia

A subluxação tem diversos mecanismos de origem, pois desde o nascimento sofremos efeitos externos que afetam a coluna como:

  • quedas;
  • postura incorreta;
  • transporte de objetos pesados;
  • dieta desequilibrada;
  • fatores emocionais como: stress, ansiedade e depressão;
  • convívio com ambientes poluídos;
  • falta de cuidados com a saúde.

Saiba como evitar a subluxação

Como você pôde perceber, todos estamos sujeitos ao aparecimento da subluxação na coluna. E, na maioria das vezes, após dores intensas, que não diminuem com uso de analgésicos, as pessoas procuram ajuda especializada. Isso é um engano comum.

É sempre bom ressaltar que, a subluxação vertebral só pode ser tratada por um quiropraxista. Pois, o terapeuta não tratará apenas de uma doença específica da coluna e sim do indivíduo como um todo. Veja mais a seguir.

Quiropraxia

O quiropraxista é um profissional qualificado que tem a capacidade e a habilitação para alinhar desvios na coluna. Dessa forma, outras doenças provenientes da subluxação vão desaparecer.

A correção é realizada com pequenos ajustes articulares, e o resultado é saúde e bem-estar. Esse profissional faz uma avaliação completa do corpo, por isso a terapia pode ser praticada para prevenir os problemas e não somente tratá-los.

As consultas devem ser regulares para que a manutenção dos resultados obtidos seja duradoura. A quiropraxia trata de músculos, ossos, articulações e ligamentos de forma rápida e eficaz.

Em virtude do que foi mencionado, fica claro que qualquer pessoa está vulnerável ao aparecimento da subluxação na coluna. No entanto, existe prevenção e tratamento para a patologia. A quiropraxia, por exemplo, tem influência positiva no seu bem-estar geral. Mas, para conseguir resultados eficazes, as consultas com o quiropraxista devem ser regulares.

E você, tem cuidado da sua saúde? Então, entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar!

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