Prevenção de doenças: 6 dicas para ter uma vida mais saudável

Mais do que nunca, estamos suscetíveis a inúmeros problemas de saúde. Em muitos casos, o culpado é o nosso estilo de vida. O cuidado com alimentação, sono, nível de estresse e outros fatores de risco são determinantes na prevenção de doenças. Ao fazer boas escolhas com relação a essas e outras áreas, fica bem mais fácil reduzir a probabilidade de adoecer.

Já sabe que precisa mudar hábitos, mas não consegue pensar por onde começar? Conheça 6 hábitos saudáveis para incorporar em sua rotina!

1. Beba água

Vamos começar pelo básico: o corpo humano é composto por mais de 60% de água. Por isso, manter-se hidratado está no topo da lista de estratégias para evitar doenças. Nosso organismo é uma verdadeira esponja. Se você deseja limpar e desintoxicar suas células, consumir pelo menos dois litros de água diariamente é a melhor solução.

2. Mexa-se

Lembre-se de que nosso coração é um músculo que precisa de exercícios regulares para se manter saudável e forte. Os exercícios físicos também facilitam a manutenção de um peso corporal saudável.

A atividade física não precisa ser praticada em uma academia ou em um ambiente estruturado. A frequência, a intensidade e a duração são mais importantes. Antes de começar, é bom procurar um profissional para saber quais modalidades são mais indicadas em seu caso.

3. Coma melhor

Para uma boa saúde, evite gorduras saturadas e trans, carboidratos refinados e açúcares. Esses alimentos podem causar inflamação crônica — um processo corporal que contribuiu para doenças cardíacas, diabetes e até mesmo o câncer.

Uma dieta equilibrada e rica em frutas, legumes, cereais integrais, carnes magras e produtos lácteos com baixo teor de gordura é importante em qualquer idade e ajuda na prevenção de doenças.

4. Reduza o estresse

Com tantas responsabilidades e cada vez menos tempo, muita gente vive no limite. Quem deseja viver mais precisa tirar um tempo para relaxar e cuidar de si. O estresse pode elevar o nível de colesterol e a pressão sanguínea, bem como levar a ataques do coração e derrames. Também é um gatilho para problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade.

5. Pare de fumar

Se você fuma, precisa saber que largar o cigarro é uma das melhores coisas que pode fazer pela sua saúde. Isso porque fumantes têm a expectativa de vida reduzida em mais de 10 anos quando comparados com pessoas que nunca fumaram.

Outra informação importante é que quem abandona o vício antes dos 40 anos reduz o risco de morte relacionada ao tabagismo em cerca de 90%. Todo mundo sabe como deixar o cigarro pode ser difícil, mas os benefícios certamente compensam!

6. Durma bem

O sono tem um enorme efeito em como nos sentimos. Tem problemas para dormir? Sua dieta pode ser a culpada. A comida se relaciona diretamente com a serotonina, um hormônio essencial que, junto às vitaminas B6, B12 e o ácido fólico, promove o sono saudável. Para uma noite mais tranquila, invista em carboidratos complexos, proteínas magras e gorduras insaturadas.

Fazer mudanças em nosso estilo de vida pode ser desafiador. Leva certo tempo para formar novos hábitos. Comece aos poucos, definindo metas realistas. Devagar, você aprende a fazer escolhas melhores. Dessa forma, além de mais saúde e bem-estar, ainda atua na prevenção de doenças.

Agora que você já sabe os segredos para ser mais saudável, comece a mudança em seu dia a dia. Deixe seu comentário e conte quais cuidados deseja colocar em prática ainda esse ano!

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Doenças da coluna: saiba quais são as principais e como tratá-las

Ter saúde, disposição e ser feliz são desejos da maioria das pessoas e, para que isso aconteça, é preciso manter hábitos saudáveis no seu dia a dia. Entretanto, algumas vezes, surgem dores nas costas, que além de incômodas, prejudicam a rotina. Tais dores podem ser sintomas de doenças da coluna.

Neste post, você conhecerá quais são as doenças mais comuns que afetam a coluna e como tratá-las. Boa leitura!

Lombalgia

São aquelas dores que acontecem na região da coluna lombar, ou seja, na porção inferior das costas. Elas afetam boa parte da população e são a causa número um dos afastamentos trabalhistas. A lombalgia acontece em qualquer faixa etária e com qualquer etnia e gênero.

Ela tem relação direta com a má postura, o sobrepeso e o sedentarismo. Para tratá-la, procure o fisioterapeuta. Esse profissional indicará as terapias mais adequadas para seu caso. Faz parte dos tratamentos terapêuticos:

  • RPG (Reeducação Postural Global);
  • acupuntura;
  • quiropraxia;
  • massoterapia;
  • alongamentos;
  • Mackenzie.

Para se prevenir, inclua as terapias em sua rotina, mantenha o peso sob controle, preste atenção à postura durante o trabalho e tarefas do cotidiano. Alongue-se todos os dias e exercite os músculos das costas, abdômen, coxas e glúteos.

Hérnia de disco

A coluna vertebral é formada por ossos (vértebras) e discos intervertebrais. A fibrocartilagem dos discos é responsável por absorver os impactos na coluna e evitar atrito entre os ossos. O núcleo discal é mais denso e funciona como um amortecedor.

O processo degenerativo dos discos acontece por causa do envelhecimento, dos fatores genéticos, do sobrepeso e também devido a carregar peso de forma inadequada. O desgaste do disco leva ao escorregamento do seu núcleo para as bordas. Quando o deslocamento é posterior, ele comprime os nervos da medula espinhal.

Então, começa o processo de dor intensa, que pode irradiar para os membros, e de dormência nos braços e pernas. Assim que surgirem os primeiros sintomas, consulte o ortopedista. Ele vai prescrever medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares para aliviar a dor. Em casos mais simples, o tratamento é feito com fisioterapia. Já nos casos mais graves, o paciente será submetido à cirurgia.

Artrose

Também conhecida como osteoartrite, a artrose é uma doença das articulações. Ela causa a degeneração das cartilagens e, consequentemente, afeta os tecidos ósseos vizinhos. A osteoartrite é uma doença reumática bastante comum. Ela acomete tanto homens quanto mulheres, sendo mais incidente em pessoas com mais de 40 anos. Suas causas são:

  • obesidade;
  • esforços repetitivos;
  • atividades físicas de alto impacto;
  • doenças reumatológicas inflamatórias;
  • consequência de traumas;
  • doenças congênitas;
  • doenças metabólicas e endócrinas;
  • enfermidades que comprometem os nervos periféricos.

Devido às alterações das estruturas ósseas e cartilaginosas surgem dores intensas e limitações dos movimentos. Ao realizar o exame radiológico, são observados os “bicos de papagaio”, que não têm relação direta com a dor.

Não existe um tratamento para reverter ou desacelerar o processo da artrose. Contudo, atividades físicas realizadas regularmente controlam os sintomas. As mais indicadas são Pilates, yoga e fisioterapia isométrica. Os casos mais graves são encaminhados para a cirurgia.

Como pode perceber, as doenças da coluna são bastante comuns, causam desconforto e prejudicam a qualidade de vida, mas o tratamento, geralmente, não é invasivo. Por outro lado, o ideal é prevenir o aparecimento dessas doenças com a realização de atividades físicas de forma regular, alimentação equilibrada, consultas regulares com médicos e incorporação das terapias alternativas, como as holísticas.

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Como ter mais qualidade de vida? Confira estas 5 dicas

Alcançar a tão sonhada qualidade de vida ainda é uma realidade distante para muitas pessoas. Afinal, manter a saúde mental, física e espiritual torna-se um desafio quando precisamos equilibrar vida pessoal e profissional.

Com as inúmeras responsabilidades diárias, muita gente descuida da saúde. Todavia, quem busca um estilo de vida mais saudável deve modificar algumas atitudes e ter mais consciência sobre certos comportamentos diários.

A melhor parte é que não é preciso fazer grandes mudanças para conquistar mais disposição, aliviar o estresse e ainda prevenir doenças. Confira neste post algumas dicas práticas de hábitos saudáveis para adotar em sua rotina e viver melhor!

1. Fique atento ao sono

Não podemos deixar de mencionar a importância do descanso. A quantidade ideal de horas de sono varia individualmente — adultos costumam necessitar de, em média, 8 horas diárias.

Dormir pouco afeta de maneira negativa a nossa concentração, produtividade, desempenho e imunidade. Além disso, aumenta o risco de várias doenças inflamatórias e cardíacas. Portanto, é importante ter um sono de qualidade.

Fique longe do celular ao se deitar, apague as luzes, deite em um lugar confortável e tente relaxar. Isso, com certeza, ajudará a renovar as suas energias.

2. Não descuide da alimentação

Fazer boas escolhas alimentares é indispensável para quem busca equilíbrio. Comer bem significa manter uma refeição balanceada, por isso evite exageros e dietas restritivas sem orientação de um nutricionista ou médico.

Mantenha um cardápio variado com boas fontes de proteínas e gorduras, estabeleça horários para suas refeições, prefira os alimentos naturais aos industrializados, beba em média 2 litros de água por dia e consuma verduras e frutas.

3. Mexa o seu corpo

O sedentarismo associado ao excesso de peso pode levar a complicações na saúde como pressão alta, diabetes, doenças cardíacas, derrames e certos tipos de câncer.

Os exercícios físicos podem ajudá-lo a manter ou alcançar um peso saudável. No entanto, ser ativo não significa passar horas na academia. Você pode encontrar formas simples de encaixar atividades na sua rotina. Por exemplo, tente descer do ônibus um ponto antes ou usar escadas em vez de elevador.

4. Deixe os vícios

Álcool, cigarro, drogas e jogos de azar são vilões para quem busca qualidade de vida. Esses comportamentos podem acarretar vários problemas de saúde e doenças sérias.

Existem outros vícios prejudiciais, como a dependência de aparelhos eletrônicos ou o excesso de dedicação ao trabalho — todos são extremamente nocivos ao corpo.

Preste atenção se você tem algum desses hábitos e tente eliminá-los. Ao abandonar vícios, estará cuidando do seu próprio bem-estar e garantindo sua longevidade.

5. Mantenha seu cérebro ativo

Problemas de memória e dificuldade de concentração são sinais de uma mente estressada. A solução para melhorar o desempenho do seu cérebro pode estar em mudanças muito simples.

Se você exercita sua mente de forma saudável, mantém seu cérebro ativo. Então, leia, aprenda uma nova língua, estude algo que nunca estudou, pratique jogos de raciocínio ou faça palavras cruzadas.

Viu só como não é tão difícil melhorar sua qualidade de vida? Não tenha pressa, inclua cada uma dessas mudanças à sua rotina aos poucos. Assim, você não apenas cuida de si, como vive de maneira mais equilibrada, podendo curtir a sua família, seus amigos e aqueles momentos de lazer.

E aí, gostou das nossas dicas? Aproveite para conhecer também 7 hábitos que você deve manter para ter uma vida saudável!

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Fibromialgia: entenda o que é, causas, sintomas e como tratar

Você sente dores pelo corpo todo com frequência. Após ir ao médico e realizar os exames solicitados, descobre que não há nenhuma alteração neles. Será que é tudo fruto da imaginação?

Na verdade, esta é a rotina de quem sofre com a fibromialgia. Segundo dados da SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor), essa síndrome afeta 2,5% da população brasileira. A boa notícia é que, com avanços na medicina, já é possível manter a doença sob controle.

Neste post, você vai saber mais sobre a fibromialgia e como aliviar as dores. Então, boa leitura.

O que é fibromialgia e quais são as causas?

Essa síndrome é caracterizada por dores pelo corpo todo. No início, o paciente sente uma dor persistente em região localizada, mas que se espalha com o passar do tempo. A sensação é parecida com aquela experimentada depois de uma gripe muito forte.

Não existe uma causa específica para o aparecimento da fibromialgia. Contudo, ela pode ser desencadeada por traumas físicos e psicológicos ou quadros infecciosos. Ela não é fácil de ser diagnosticada, pois seus sintomas são parecidos com os de outras doenças, como hipotiroidismo, mieloma múltiplo, polimialgia reumática e espondilites.

Além disso, tem forte relação com a falta de sono e a depressão. O paciente fibromiálgico sente muita dor e, por isso, geralmente se isola em casa — o que agrava o quadro depressivo e aumenta a dor. Com isso, uma condição piora a outra.

Quais são os sintomas dessa doença?

Como já foi dito, a síndrome é caracterizada por dor difusa pelo corpo. No entanto, outros sintomas aparecem em conjunto, como:

  • fadiga (cansaço extremo);
  • alterações do sono;
  • perda da concentração;
  • problemas de memória;
  • dores de cabeça muito fortes;
  • períodos menstruais dolorosos;
  • ansiedade;
  • depressão.

Existe algum tratamento para fibromialgia?

Antigamente, as dores eram tratadas pelo reumatologista. Porém, os remédios analgésicos e anti-inflamatórios não forneciam bons resultados, já que o problema não é de origem muscular ou articular. Na verdade, ele é neurológico: o paciente tem mais neurotransmissores de dor no cérebro, se comparado com a quantidade em outras pessoas. Por causa disso, sente as dores de forma exagerada.

Então, atualmente, a fibromialgia é estudada por neurocientistas. E os medicamentos indicados são os antidepressivos e neuromoduladores. Eles aumentam a quantidade de neurotransmissores que diminuem a dor.

Entretanto, o principal tratamento para a síndrome é a realização de atividades físicas de forma regular. Os remédios prescritos aliviam as dores e deixam o paciente mais disposto para fazer exercícios. Dessa forma, os medicamentos, associados ao esporte, diminuem drasticamente as dores. Muitas vezes, elas quase somem.

Pratique caminhadas e outras atividades ao ar livre — que são ótimas para o corpo, dão a sensação de bem-estar e aumentam o convívio social, afastando a depressão. O Pilates e o alongamento também são boas opções, pois trazem mais consciência corporal. Apenas não se esqueça de contar com acompanhamento médico antes e durante a realização das atividades. Além disso, é bem provável que o seu médico indique sessões de fisioterapia e outras terapias, como a quiropraxia, como parte do tratamento.

Após a leitura de nosso artigo, esperamos ter esclarecido as principais dúvidas com relação à fibromialgia, essa doença que causa dores intensas nos pacientes. Busque ajuda médica com conhecimento sobre a síndrome para iniciar a medicação e o tratamento mais adequados — sem esquecer da prática regular de atividades físicas.

Agora que conheceu um pouco mais sobre fibromialgia, aprenda como cuidar da mente e melhorar seu bem-estar.

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Saiba como cuidar da mente e melhorar seu bem-estar

Com a rotina agitada que levamos, em que tudo é para ontem, o cansaço não é apenas físico. Nessa hora, tão importante quanto dar atenção à saúde do corpo, é cuidar da mente. Só assim você encontrará formas de alcançar o sonhado — e merecido! — equilíbrio.

Afinal, uma vida saudável não se resume a fazer boa escolhas alimentares e praticar exercícios. A saúde da mente não deve ser negligenciada, uma vez que os transtornos mentais e comportamentais nos afastam do trabalho e da família, nos impedindo de viver de forma plena e feliz.

Portanto, cabe a cada um encontrar a melhor forma de manter a mente saudável. Continue conosco e veja as sugestões que separamos para ajudar você nessa jornada!

Invista em uma boa noite de sono

Não há dúvidas de que noites maldormidas afetam enormemente nossa disposição física. No entanto, os malefícios vão além disso. A falta de uma rotina regular de sono piora a cognição e o estado de alerta, afetando também nosso bem-estar emocional.

Você anda ansioso ou agressivo? Avalie se tem dormido o suficiente. Se você não usufrui de ao menos 6 horas diárias de descanso, certifique-se de que seu quarto seja um ambiente com temperatura agradável, tranquilo e escuro. Busque também livrar-se das distrações como smartphones, tablets e TVs antes de dormir.

Com essas medidas simples, é possível recuperar a qualidade do sono e colher os frutos de uma noite reparadora já na manhã seguinte.

Recorra às terapias holísticas

Como o nome sugere, as terapias holísticas enxergam o ser humano como um todo. Dessa forma, as abordagens propostas incluem aspectos físicos, mentais, emocionais e energéticos, vistos de forma integrada, tratando desajustes mentais que podem ou não alcançar o corpo físico.

Atualmente, diversas técnicas holísticas são oferecidas àqueles que buscam o equilíbrio em suas vidas, incluindo:

  • Reiki;
  • acupuntura;
  • thetahealing;
  • cromoterapia;
  • terapia com cristais;
  • técnicas de desbloqueio emocional;
  • quiropraxia.

Pratique meditação e Yoga

A meditação é uma prática muito antiga cujo objetivo é fazer você se desligar do mundo a sua volta e conectar-se com si próprio, sendo uma excelente forma de cuidar da mente. Além de ser uma técnica antiestresse, seus benefícios se estendem também ao corpo físico, com a melhora da saúde cardiovascular, por exemplo.

Se a ideia de se desconectar de tudo lhe parece um pouco difícil de ser alcançada, que tal combinar a meditação com a Yoga? A necessidade de manter o foco nos movimentos, com especial concentração e atenção à respiração, fará com que seu corpo e mente se acalmem, trazendo bem-estar a sua vida. 

Conheça a medicina Ayurveda

A Ayurveda é um sistema medicinal desenvolvido na Índia há milhares de anos. De acordo com essa ciência, pequenos desequilíbrios inicialmente imperceptíveis podem se expandir com o tempo, dando origem a enfermidades. Dessa forma, a doença começa muito antes de surgirem os primeiros sintomas.

No entanto, por meio da alimentação, de massagens e de outras técnicas, é possível restabelecer o equilíbrio físico e mental. Cada tratamento proposto é individualizado e leva em consideração os doshas do indivíduo, ou seja, o perfil biológico que é exclusivo de cada um.

Essas são apenas algumas formas de cuidar da mente e melhorar a qualidade de vida. Qual delas combina melhor com o seu estilo? Escolha aquela (ou aquelas) que mais lhe dá prazer e seja feliz!

Não deixe de aproveitar para conhecer melhor a quiropraxia, uma prática holística milenar que se aperfeiçoou com o passar dos anos e proporciona inúmeros benefícios para a saúde.

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Por que praticar exercícios físicos? Confira 5 benefícios!

Você deseja ser saudável ao longo da sua vida? Para tanto, mantenha uma dieta balanceada incorporada à sua rotina. Comece também a praticar exercícios físicos, pois eles promovem muitos benefícios em qualquer idade. E para você que já se movimenta, parabéns e continue assim!

Quer entender como o exercício físico promove melhorias em seu corpo? Então, continue a leitura do post e aprenda mais sobre o assunto!

1. Fazer ginástica fortalece ossos e músculos

Você notará os efeitos se os exercícios forem praticados de forma regular, ou seja, no mínimo 40 minutos, 3 vezes por semana. O tônus muscular aumenta à medida que os músculos se contraem durante o esforço. Quando eles estão mais fortes conseguem sustentar os ossos.

Além disso, exercitar-se auxilia a lubrificação das cartilagens e favorece o bom desempenho das articulações. A pressão muscular que acontece durante o treino promove o depósito de minerais nos ossos, mantendo-os mais jovens por um período maior.

As atividades podem ser feitas por pessoas de qualquer idade, em grupos ou de forma individual, e até em casos de dor. O ideal é buscar informações e verificar qual é a mais adequada para você no momento.

2. Praticar exercícios alivia o stress

A correria do dia a dia estimula o aparecimento e agravamento do stress. Por causa disso, o corpo fica mais inflamado e predisposto ao aparecimento de doenças físicas e emocionais. Ao colocar o corpo em movimento, serão liberadas no organismo substâncias que aumentam o prazer e o bem-estar.

A endorfina é produzida pelo cérebro durante a prática de exercícios físicos. Funciona como um analgésico natural contra o stress e também contra as tensões e ansiedades. Para conseguir tal substância, é necessário fazer atividades que o deixam satisfeito e proporcionem prazer.

3. Exercitar-se previne doenças

Como você leu no tópico anterior, o sedentarismo contribui para uma inflamação corporal. Aliás, quando o corpo não se movimenta, o sangue circula mais devagar e favorece o acúmulo de placas de gordura no interior das veias e do coração.

Ao praticar exercícios físicos é possível manter-se saudável e prevenir doenças coronarianas porque:

  • diminui a pressão arterial;
  • diminui o nível do colesterol ruim (LDL);
  • aumenta o nível do colesterol bom (HDL);
  • melhora a circulação;
  • fortalece o músculo cardíaco.

Outras patologias como o diabetes, a obesidade, a osteoporose e a dor lombar também ficarão fora da sua vida enquanto se exercitar.   

4. Fazer atividade física auxilia a perda de peso

O excesso de peso no corpo coopera para a presença das doenças do coração, dores nas costas e diminui a autoestima. Para evitar tudo isso, o melhor é sair da zona de conforto e fazer algum esporte.

O treino sozinho não fará milagres pela sua silhueta, apesar de ajudar um pouco. Mas, em parceria com uma alimentação saudável e equilibrada, com certeza o ponteiro da balança diminui. Pratique atividades aeróbicas como corrida e bicicleta para que a gordura seja eliminada mais rapidamente.

5. Movimentar-se melhora a qualidade do sono

A obesidade, a ansiedade e doenças coronarianas são as principais causas do sono agitado ou, pior, a falta de sono. Porém, quando o corpo se movimenta promove uma redução dessas doenças. E ao se concentrar na atividade física, você esquece dos problemas: no fim do treino, fica uma sensação boa de cansaço. Com corpo e mente relaxados, o sono será mais profundo e reparador.

Por todos esses benefícios, você deve praticar exercícios com regularidade. Procure por um profissional habilitado que possa indicar quando e como a atividade será realizada. Dessa forma, serão evitadas as lesões e as dores. Não espere mais tempo, comece já o seu treino! 

Viu como atividades físicas aumentam a qualidade de vida? Então, aproveite esse momento e deixe seu comentário no post para que possamos continuar conversando sobre o assunto!

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Entenda agora quais são os principais riscos da automedicação!

Os fármacos figuram como um recurso muito utilizado para o tratamento de patologias. Eles atuam combatendo agentes infecciosos ou amenizando os sinais e sintomas decorrentes da doença desencadeada.

Para que haja eficácia no tratamento, sua posologia deve ser bem estruturada por um profissional especializado. Por outro lado, quando há o uso indiscriminado e incorreto de determinado medicamento, as consequências podem ser drásticas.

Diante disso, vamos comentar sobre a automedicação. Em que consiste essa prática? Por que oferece riscos e quais são eles? Continue a leitura e saiba as respostas para essas perguntas!

O que é a automedicação?

Antes de tudo, é preciso saber o que é a automedicação. Essa prática existe quando uma pessoa sem conhecimentos técnicos acerca de farmacologia inicia um tratamento por conta própria. Os motivos para isso são os mais diversos, porém as consequências são severas, podendo agravar o quadro e até mesmo levar o indivíduo ao óbito.

Ao identificar manifestações clínicas incomuns e sugestivas de determinada doença, a pessoa procura por remédios capazes de solucionar o problema. Nesse momento, tudo é capaz de influenciar de maneira crucial o início da automedicação, como:

  • propagandas de TV;
  • experiências passadas;
  • relatos de conhecidos.

Contudo, não seria clichê dizer que cada caso é um caso e, para uma prescrição medicamentosa adequada, devem ser analisados diversos fatores, não apenas os sintomas isoladamente.

Quais os principais riscos desta prática?

Iniciar uma terapia farmacológica para tratamento de doenças exige conhecimento nas áreas de farmacocinética e farmacodinâmica, definindo doses e periodicidade, além de conhecer as interações das substâncias com organismo.

Veja a seguir os principais riscos do tratamento indiscriminado.

Alergias

Quando os componentes do fármaco entram em contato com o organismo do indivíduo, é possível que ocorram as chamadas reações de hipersensibilidade, conhecidas popularmente como alergias. Elas podem ser leves ou atingir um elevado grau de risco, ou, ainda, desenvolverem novos sintomas para o indivíduo.

Interações medicamentosas

Ao administrar um medicamento, o intuito é que suas substâncias interajam com organismo e desenvolvam uma melhora no quadro clínico. Porém, quando a interação acontece entre medicamentos, pode haver a anulação ou potencialização dos efeitos de ambos.

Isso é um problema grave. Considere o seguinte exemplo: imagine um fármaco de atividade anticoagulante com seu efeito potencializado. Certamente o indivíduo estaria mais predisposto para hemorragias.

Agravamento de doenças

Como dito anteriormente, as interações observadas entre os fármacos são capazes de comprometer o sucesso do tratamento. Todavia, é preciso dizer que há o risco de redução da eficácia por motivos isolados de um único medicamento. A escolha incorreta do remédio e a sua posologia, ou seja, a dosagem administrada, é capaz de agravar por si só o quadro ou não produzir efeito benéfico algum.

Intoxicações

Falar de intoxicação rapidamente nos remete para as alimentares ou por ingestão de produtos não consumíveis. Porém, é preciso alertar que os medicamentos figuram como a principal causa de intoxicações, segundo o Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas).

As consequências disso são associadas, principalmente, à ingestão de uma dose acima da recomendada pela faixa terapêutica, excedendo, portanto, o limite considerado seguro para aquele fármaco.

Aumento de resistência

Por fim, o aumento da resistência bacteriana aos antibióticos é motivo de preocupação para a assistência em saúde. O uso indiscriminado desses medicamentos e por tempo inadequado aumenta o contato das bactérias com seus combatentes e as tornam mais resistentes a eles, visto que as sobreviventes tendem a perpetuar a espécie.

Qual deve ser a conduta correta por parte do paciente?

O principal meio para evitar a automedicação e os riscos oferecidos por ela é procurar orientação médica e farmacêutica antes de iniciar o uso por conta própria. Além disso, é de suma importância relatar quais terapias já foram utilizadas para tratar determinada condição de saúde.

Viu só como é um grande equívoco realizar a automedicação? A princípio, é possível que iniciar imediatamente o tratamento sem ajuda profissional pareça o caminho mais rápido para a cura, mas não se esqueça de que os riscos podem resultar em situações totalmente contrárias, como agravos ou letalidade. Busque sempre por ajuda médica e siga estritamente as orientações recebidas.

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Dor muscular: conheça as causas e saiba como evitar o problema!

Já sentiu dor muscular alguma vez na vida? Ela tem variações que vão de leve à intensa e atrapalham a rotina de qualquer pessoa. Para manter a qualidade de vida e o bem-estar, é importante conhecer o que pode provocar as dores e como será o tratamento.

Se quer entender mais sobre esse assunto, continue a leitura do post e saiba como se prevenir. Boa leitura!

Quais são as causas mais comuns de dor muscular?

As dores nos músculos são causadas por inflamações nas fibras musculares. Elas podem se romper ou sofrer fissuras que provocam a dor por um período de horas, até dias. Isso acontece pelos seguintes motivos:

Tensão por sobrecarga

Aguentar uma carga maior que o corpo suporta gera tensão muscular na região onde a força é gerada. Por exemplo, segurar uma caixa pesada durante algum tempo provoca tensão nos braços e nas costas. Depois de um curto período, a dor aparece, pois existe uma inflamação no local.

A tensão acontece também quando há sobrecarga nas tarefas. Nesse caso, as regiões dos ombros e pescoço são as que sentem mais, e fica uma sensação de peso nesses locais.

Lesão pós-treino

Pequenos ferimentos musculares acontecem quando os exercícios físicos são realizados. Atingem um ponto de dor mais alto por volta de 24 horas após o término do treino. No entanto, elas se regeneram alguns dias depois. O problema surge quando se exercita ao extremo.

As lesões tornam-se mais profundas, e não há tempo para o músculo se recuperar, já que o praticante não interrompe suas atividades. Nesses casos, são afetados também os tendões, e as articulações podem ser prejudicadas.

Sintoma de patologias

Geralmente, a dor muscular é localizada. Quando ela se torna difusa (espalhada pelo corpo) pode ser sintoma de alguma doença como: gripe, dengue e fibromialgia. Se a dor persiste por mais de três dias, é melhor consultar o médico para um diagnóstico mais preciso.

Má postura

A dor surge logo após sair do trabalho e desaparece nos finais de semana, quando você está em casa? Isso significa que a sua postura está incorreta durante o expediente.

Existem músculos ao lado da coluna que a mantêm estável. Devido à falta de exercícios para a região, eles ficam frágeis e bastante vulneráveis às inflamações. Quando o corpo está com a postura incorreta, os músculos inflamam e provocam dor. Se a posição for constante, a dor também será.

O que fazer para evitá-las?

A prevenção é a melhor maneira de evitar a dor muscular. Então siga as dicas a seguir e evite o incômodo:

  • faça alongamento todos os dias;
  • não exagere nos treinos, dê uma pausa para a recuperação;
  • fique atento à sua postura;
  • beba bastante água, pois a hidratação reduz as dores nos músculos;
  • alimente-se com qualidade.

Quais são os tratamentos para a dor muscular?

O que fazer se a dor surgir? Primeiramente, consulte o médico, ele indicará medicamentos capazes de aliviar a dor aguda. Mas, lembre-se: isso é momentâneo e não resolverá o problema de maneira completa. Por outro lado, existem terapias alternativas ao remédio que, quando integradas à rotina, trazem muitos benefícios, sobretudo a longo prazo.

Faça acupuntura para reorganizar o equilíbrio energético corporal ou submeta-se à quiropraxia para tratar e prevenir desalinhamentos na coluna e cuidar de todo o corpo. Procure também praticar pilates a fim de ganhar consciência do corpo e melhorar a postura.

Como você pode perceber, a dor muscular é bastante comum, mas agora você conhece as causas e consegue evitá-las. Prepare seu corpo para as tarefas do cotidiano e aumente o seu bem-estar!

Agora que você aprendeu como aliviar as dores musculares, curta nossa página no Facebook e sempre receba informações sobre saúde e qualidade de vida!

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Desvio de coluna: saiba quais são as causas e tratamentos

Você sabia que o desvio de coluna pode ser uma das causas de dores nas costas? Segundo pesquisas, essa dor afetaria até 65% da população brasileira anualmente e mais de 80% das pessoas em algum momento da vida.

Por isso continue lendo o post e conheça as causas do desvio de coluna e os tratamentos para aliviar a dor. Boa leitura!

Saiba o que é desvio de coluna

A coluna vertebral é formada por uma sucessão de ossos (vértebras) e discos intervertebrais alinhados. Ela está localizada na parte posterior do corpo e tem a função de sustentar o peso corporal e proteger a medula espinhal.

A espinha dorsal tem curvaturas naturais (fisiológicas) que mantêm sua estabilidade e o equilíbrio. Elas são conhecidas como: lordose, que ocorre na região do pescoço e lombar; e a cifose, que é percebida nas regiões do tórax e sacro. O desvio de coluna é justamente o aparecimento de curvaturas patológicas em locais ou com grau de angulação que não existiam antes, fugindo ao equilíbrio natural.

Os tipos de desvios são:

  • hipercifose (corcunda): aumento na cifose natural da coluna;
  • hiperlordose (síndrome do bumbum arrebitado): aumento da lordose fisiológica;
  • hipolordose: retificação da coluna nas regiões cervical e lombar;
  • escoliose: curvatura lateral da coluna para a direita ou esquerda.

Entenda as causas desse problema

Origem congênita

Ocorre quando o indivíduo nasce com má formação nas vértebras ou discos intervertebrais. Os distúrbios neuromusculares, como a paralisia cerebral, também são responsáveis pelas curvaturas laterais da coluna. As alterações acontecem durante o período gestacional. Nessas situações, as vértebras sofrem rotação ou fusão, o que gera principalmente escoliose.

Má postura

Devido à correria do dia a dia, frequentemente deixamos de prestar atenção à postura mantida durante a realização das tarefas do cotidiano. Esses hábitos inadequados, somados aos músculos enfraquecidos ou flácidos, deixam a coluna predisposta ao aumento da cifose e lordose. A hipercifose é mais comum em meninos muito altos ou meninas no período da puberdade, quando há o crescimento das mamas.

Excesso de peso

A obesidade muda o eixo de equilíbrio corporal, principalmente se existir gordura abdominal. Nesse caso, a pessoa inclina o corpo para trás e aumenta a lordose. As mulheres grávidas também se enquadram aqui.

Conheça os tratamentos para o desvio de coluna

Quando a dor for aguda, após a consulta com o médico, serão usados medicamentos. Eles aliviam bem os sintomas, mas não tratam o que causa o desvio da espinha dorsal. Portanto, busque por outras terapias que garantam o seu bem-estar e valem também como prevenção.

Pratique exercícios físicos regularmente

O sedentarismo deixa os músculos fracos e, consequentemente, a coluna fica mais vulnerável ao aparecimento de desvios. As atividades físicas melhoram o tônus muscular e trazem benefícios para o humor, sistema imunológico e flexibilidade corporal.

Considere a quiropraxia

O desvio de coluna se deve ao desalinhamento das vértebras, que afeta os impulsos nervosos. Ao incorporar a quiropraxia em sua rotina, você terá o benefício de manter o alinhamento vertebral. Dessa forma, apresentará mais disposição e menos dores.

Mantenha o peso sob controle

Junte uma dieta equilibrada aos exercícios físicos. Assim, com o peso sob controle, diminui-se o risco de ter desvio de coluna.

Pratique Reeducação Postural Global (RPG)

O fisioterapeuta focado em RPG indicará qual a melhor posição para se realizar as tarefas diárias. Assim, fica mais fácil evitar a má postura nas tarefas do quotidiano, um dos principais fatores que desencadeiam as curvaturas patológicas da coluna.

É possível perceber que o desvio de coluna traz prejuízo à sua rotina e equilíbrio. Portanto, evite o problema ou seu agravamento. Consulte profissionais capacitados e habilitados e busque diferentes alternativas de prevenção e tratamento, que envolvam todo o corpo e contribuam para o seu bem-estar.

Agora que já aprendeu mais sobre desvio de coluna, aproveite para entrar em contato conosco e conhecer nossos serviços. A Coluna Ajustada entende que a saúde é o bem mais importante de sua vida e acredita no cuidado contínuo da sua coluna. Aguardamos você!  

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Aprenda como começar a fazer caminhada da maneira correta

Caminhar é uma excelente forma de afastar o sedentarismo e melhorar a qualidade de vida, obtendo mais disposição para enfrentar o dia a dia. Entretanto, é importante saber como fazer caminhada para evitar lesões.

Esse exercício proporciona inúmeros benefícios para a saúde, como o emagrecimento, melhora da postura, prevenção da osteoporose, bom funcionamento do cérebro e redução da pressão arterial, entre outros.

Ficou interessado no assunto? Então leia este artigo que elaboramos para explicar como fazer a caminhada de forma correta, com dicas especiais para obter os melhores resultados. Continue a leitura e saiba mais!

Como fazer caminhada

Antes de iniciar as atividades físicas, é importante consultar um médico para afastar possíveis riscos à saúde. A avaliação de um ortopedista também é importante para verificar eventuais problemas na coluna e o seu tipo de pisada, a fim de ajudar a identificar o calçado ideal.

A seguir, veja algumas das principais dicas para obter bons resultados com a caminhada!

Escolha o calçado adequado

O tipo de pisada representa a forma com que os pés se posicionam durante as passadas em uma caminhada. Esse aspecto tem grande influência na saúde da coluna e bem-estar geral.

Nesse sentido, o calçado para caminhadas deve ser escolhido em função dessa característica para evitar lesões ou piora de alterações já existentes. Confira a seguir as formas de pisar e os tênis mais indicados:

  • neutra — utiliza toda a parte frontal do pé para o impulso. O calçado pode ter amortecimento leve;
  • pronada (pé chato) — se apoia primeiro na parte interna do pé (para dentro), com impulso apenas nas regiões dos dedões. Os tênis mais indicados são os que oferecem estabilidade e reforço para o arco do pé, com uma entressola reta e com dupla densidade;
  • supinada — a pressão é exercida para o lado externo do pé (para fora). O calçado deve ter um grande reforço na região do antepé (parte frontal), sem necessidade de uma placa de estabilidade na região do arco.

Planeje o tempo de caminhada

Para garantir a continuidade do exercício e adquirir o hábito de fazer caminhada, você deve iniciá-la aos poucos e ir aumentando de forma gradual. Em geral, 30 minutos de caminhada com uma frequência de 3 vezes por semana já é considerado o suficiente para obtenção dos benefícios. Esse tempo pode ser aumentado de acordo com a preferência e condição física.

Alongue-se antes e após a atividade

O alongamento feito antes de começar a caminhada melhora a circulação sanguínea e prepara os músculos e as articulações, evitando lesões. Os exercícios devem envolver todos os grandes grupos musculares, e é importante manter as posições por pelo menos 20 segundos em ambos os lados. Veja a seguir como fazer alguns dos principais alongamentos:

  • pescoço — mantenha os pés alinhados com os ombros e puxe suavemente a cabeça para um dos lados e segure a posição;
  • braços e ombros — com os joelhos ligeiramente dobrados e os pés separados em uma distância equivalente à largura dos ombros, dobre o cotovelo direito e coloque o braço esquerdo sobre o peito, apoiando-o atrás do cotovelo e mantendo a posição;
  • pernas — mantenha os pés separados a uma distância equivalente à largura dos quadris. Dobre a perna esquerda, levando o calcanhar em direção ao glúteo. Agarre o pé com uma das mãos e segure a posição.

Esses exercícios também devem ser feitos logo após a caminhada, pois ajudam a eliminar o excesso de ácido lático dos músculos. Assim, é possível reduzir a dor que normalmente surge após esforços físicos.

Imprima um bom ritmo aos passos

Divida o treino em 3 fases: aquecimento, série principal e desaceleração. A caminhada deve começar em ritmo lento, aumentando somente após 5 minutos. Nos 10 minutos finais do percurso, o ritmo deve ser desacelerado gradativamente.

Como pudemos verificar, saber como fazer caminhada é de fundamental importância para evitar lesões e aproveitar ao máximo os benefícios que ela oferece. Para tanto, basta seguir as nossas dicas e observações, tendo sempre em mente que os exercícios devem ser complementados com uma alimentação saudável e hidratação adequada.

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